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  • O Porquê das Drogas

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A cooperação é fundamental para a espécie humana. A solidariedade está profundamente enraizada no que somos.

A Noruega vem liderando os países de maior qualidade de vida do mundo há décadas. O que este livro procura esclarecer são as razões disso ― razões geralmente ignoradas pelo mesmo noticiário que se apressa em anunciar esse ranking como se não tivesse nem causas nem consequências. 

A combinação de IDH alto, educação pública de qualidade, distribuição de renda equânime, participação ativa do Estado na economia, responsabilidade ambiental e outros anátemas do neoliberalismo selvagem que grassa no Brasil produz resultados benéficos, afinal. Que isso ocorra numa democracia capitalista ocidental não é coincidência, mas premissa. 

Harsvik e Skjerve, dois militantes trabalhistas, esmiúçam motivos (e contradições) desse modelo dando ênfase à solidariedade, virtude decisiva para esse cenário de bem-estar social, a partir de uma constatação singela: é melhor viver em lugares em que o outro pode ser visto como um igual. Seja confiando no vizinho ou nas instituições, a chance de ser desapontado é menor.

 

Uma obra instigante e elegantemente formulada sobre ficar chapado

Algumas pessoas vão ao pub com os colegas de trabalho numa sexta à noite, outras usam heroína em um parque. Alguns vão em uma viagem de vinho à Toscana, outros tomam MDMA e dançam numa floresta até a exaustão. Por que em nossa cultura algumas formas de intoxicação são aceitas, enquanto outras são proibidas?

Desde os tempos antigos e em todas as culturas conhecidas, as pessoas procuraram formas de alteração da consciência. A maior parte da população aceita e pratica alguma forma de prazer ligado à substâncias tóxicas, de uma taça de vinho às drogas ilícitas. São momentos de pausa no trabalho que levam à liberdade e conexão ― o que nos ajuda. Porém, todos conhecem alguém para quem o álcool e as drogas são sinônimos de dor, vergonha e tristeza. O uso de substâncias tornou-se um meio de enfrentamento da vida cotidiana ― e de vício.

Øystein Skjælaaen pesquisou e trabalhou com intoxicantes, porém também escreve sobre suas próprias experiências. Através de estudos, entrevistas e relatos pessoais, este livro desafia nossas percepções sobre a importância da alteração da consciência tanto para os indivíduos quanto para a sociedade.

 

Um atlas de países que não existem mais
 
No século XVI, quando o Novo Mundo se anunciava, mas poucos de fato podiam conhecê-lo, fazia sucesso na Europa os relatos de navegações e viagens. Por motivos muito diferentes, em 2021, o livro do norueguês Bjørn Berge chega como uma lufada de vento em tempos de restrições e isolamentos.
 
Há três décadas, o autor se dispôs a conhecer absolutamente todos os cantos do mundo. Como nem sempre a vontade e as possibilidades andam juntos, Bjørn Berge se pôs a viajar coletando selos, descobrindo suas histórias, analisando desde a origem da cola e tintas que o compuseram até os motivos da escolha das imagens. Com um detalhe: o autor só coleciona selos de países que deixaram de existir.
 
A proposta ortodoxa trouxe um livro delicioso, uma verdadeira jóia. Lugar Nenhum — Um atlas de países que deixaram de existir, da editora Rua do Sabão, ora surge com curiosidades sobre o cientista prêmio Nobel Richard Feynman, obcecado por conhecer Tannu Tuva (para onde suas cinzas foram levadas por sua filha), ora com histórias de T.E. Lawrence (sim, o da Arábia) selecionando os símbolos árabes que iriam compor o país recém-independente.
 
O livro traz as histórias de cinquenta países que existiram, mas foram apagados do mapa. Variando muito em tamanho e forma, localização e longevidade, estão unidos por um fato: todos eles resistiram tempo suficiente para emitir seus próprios selos.

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