Coleção Marco Lucchesi

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Rio de Janeiro dos anos 1930 é tema de novo livro de Marco Lucchesi
 
Com o lançamento de “Adeus, Pirandello”, escrito durante a pandemia, o presidente da ABL completa a trilogia sobre o Rio de Janeiro
 
Em 1927, Luigi Pirandello, o famoso dramaturgo e futuro ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, autor de “Seis personagens à procura de um autor”, visitou com sua companhia teatral a cidade do Rio de Janeiro, na época capital da República, para duas temporadas.
 
Acompanhava-o Martha Abba, atriz italiana, por quem o autor nutria uma paixão platônica. Segundo o jornal O Globo, de 15 de setembro de 1927, “Martha Abba é a grande alma do seu theatro”.
 
Este é o cenário no qual Marco Lucchesi, presidente da Academia Brasileira de Letras e vencedor por três vezes do Prêmio Jabuti, compõem o brilhante “Adeus, Pirandello”, publicado pela editora Rua do Sabão. Solidão, epidemia, amor e literatura estão na gênese do romance, que marca o melhor estilo do versátil autor, fluente em mais de uma dezena de idiomas.
 
Nas palavras do também imortal Antônio Torres, com "Adeus, Pirandello" Marco Lucchesi fecha uma trilogia carioca iniciada em 2010 com O dom do crime, cujo cenário é o Rio ao tempo de Machado de Assis (1886). O passo seguinte foi O bibliotecário do Imperador, de 2013, ambientado no mesmo Rio e no mesmo século XIX (1889). Mais uma vez, o poeta que traz nos olhos o clarão de um mundo inacabado nos oferece uma mistura hipnótica de prosa e poesia, num concerto de palavras com enredos labirínticos e fragmentos de discursos memorialísticos, entrecortados pela grave melodia do presente.

Edição comemorativa do livro que iniciou a trilogia do Rio de Janeiro

Um homem do século XIX que, ao ser aconselhado pelo médico a escrever suas memórias, se lança não para a própria vida, mas sobre um crime passional, notícia no Rio de Janeiro de Machado de Assis. Esse misterioso narrador traça paralelos curiosos entre este assassinato, o julgamento que absolve o marido supostamente traído e a obra mais aclamada de Machado, Dom Casmurro. Terá o Bento de Machado qualquer coisa do real José Mariano? E Capitu teria sido inspirada em Helena, a esposa que sucumbe ao ciúme do marido? Em O Dom do Crime, real e ficcional se entrelaçam numa obra de fôlego, marcada pela pesquisa histórica apurada e o brilhante uso da linguagem.

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